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segunda-feira, 19 de maio de 2014

As razões e emoções de NXZero em Jacareí



Grupo NXZero comemora seus 13 anos de banda unindo tradição e inovação, enquanto se prepara para o novo disco

Camila Pasin

“1, 2, 1, 2, 3, vai!”. Se, ao ler isso, já surgiu em sua cabeça um amontoado de recordações e as notas musicais que viriam a seguir, você também já acompanhava há tempo o grupo NXZero e não deixava de ir em shows, sempre que tivesse um pertinho. Ao ouvir isso depois de tantos anos e histórias, bate aquele sentimento nostálgico que chega quando menos esperamos. Mas, dessa vez, foi planejado. Quando apareceu na agenda de shows da banda a cidade de Jacareí/SP, os fãs - aqueles antigos fãs que já vestiam a camiseta NXZero há dez anos ou mais - logo reservaram a data em seus calendários pois, a partir de então, já tinham compromisso marcado. Aqueles que iriam ver o show da banda pela primeira vez também confirmaram presença no evento.


Depois de tantos dias de expectativa, finalmente 17 de maio chegou. “Cenário - A Casa Show” era o local do evento, com abertura dos portões prevista às 23 horas e entrada do NXZero ao palco 15 pras 2 da manhã. A casa lotava aos poucos e a ansiedade tomava conta de algumas pessoas. Dentre elas, Gabriela Amorim, fã do NXZero desde 2006 e que, até então, não conhecia o grupo pessoalmente. Mas esse dia chegou, e Gabriela ganhou uma promoção que a colocaria no camarim do NXZero em Jacareí. A ansiedade era tão grande que ela não conseguiu sequer comer no dia. “Conhecer eles era algo que eu esperava há muito tempo e, quando entrei no camarim, e os vi, não conseguia acreditar, achava que era um sonho, e pensava: ‘se for um sonho, por favor, não me acorde’, não tem explicação”, conta Gabriela.

Quando os ponteiros do relógio marcavam 02:30, Diego Ferrero, Conrado Grandino, Gee Rocha, Filipe Ricardo e Daniel Weksler subiram ao palco, levando o público às alturas. Com um repertório variado, incluindo os hits do último disco “Em Comum” e sucessos de “Sete Chaves”, “Agora” e “nxzero”, o quinteto expressou inovação ao aliar as canções a outros ritmos, especialmente o reggae e, ao mesmo tempo, preocupou-se em caprichar nas músicas mais antigas, trazendo aquela sensação nostálgica, citada no começo do texto. Covers também fizeram parte da setlist do show, tais como Legião Urbana e Bob Marley.

Como introdução da música “Só Rezo”, os artistas do palco passaram a ser os integrantes do grupo Afroreggae, do Complexo do Alemão, onde o NXZero gravou o clipe. Foi reproduzido um trecho de vídeo sobre o Complexo do Alemão no painel de led estruturado atrás do palco, com depoimentos dos integrantes do Afroreggae e imagens de “Só Rezo”. Depois, a banda tocou a música, trazendo sempre mensagens positivas sobre sonhos e fé.

“Jacareí é muito foda…”. Foi assim o show do NXZero em Jacareí, com muitas boas recordações para alguns e, para outros, realização de sonhos. Às 04:00, a banda se despedia do público e já deixava gostinho de “quero-mais”. Contudo, a expectativa dos fãs não terminou e a ansiedade quanto aos novos projetos da banda está à flor da pele. O grupo está em processo de gravação de um novo disco e, conforme nos contou o guitarrista Filipe Ricardo, já foram produzidas mais de dez músicas que prometem mostrar uma nova fase de NXZero. Nos resta esperar.


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Bora Viver!

Camila Pasin

Formada em 1998, a banda Planta e Raiz é um dos destaques do reggae nacional e vem reunindo uma crescente legião de fãs ao longo dos anos. Completando 15 anos de estrada em 2013, o grupo lançou seu oitavo disco, o projeto duplo “Bora Viver” e “De Sol a Sol”. A produção ficou por conta de Zeider, Samambaia e Franja e foi realizada de forma descontraída no estúdio da própria banda, em São Paulo. O grupo está bastante empolgado com o álbum, que ainda contou com participações especiais, dentre elas a cantora Claudia Leitte, Sabotinha (filho do rapper Sabotage), Fernando Anitelli (Teatro Mágico), Di Ferrero (NX Zero), Stereodubs e Tati Portela (Chimarruts), a qual participou da canção “Linda”, novo single do disco.

O Planta e Raiz está percorrendo diversas cidades do Brasil com a Tour Bora Viver e tem a pretensão de tocar novamente fora do país, como já fizeram no ano passado.

Leia a entrevista do Entre Bandas com Samambaia, baixista do Planta e Raiz, que conta sobre os 15 anos de banda, as dificuldades e as vantagens de trabalhar de forma independente, a produção dos últimos discos, e muito mais! Samambaia fala também sobre o show na cidade de Bauru, que aconteceu na sexta-feira (17/05). Olha só:

Samambaia - Planta e Raiz em Bauru 
Como você define o disco duplo “De Sol a Sol” e “Bora Viver”, lançado este ano?
Eu defino até como um dos melhores CDs da banda, pois retrata de forma bem verdadeira o que o Planta e Raiz realmente é. Nós que fizemos tudo, desde a produção até a mixagem. Acho que é um dos discos que mais descreve a cara da banda mesmo, nós nos envolvemos bastante desde o começo até a finalização do trabalho.

Musicalmente, acredito que teve uma grande evolução comparando com o começo da banda, quando nós ainda não tínhamos experiência de gravação e tudo mais. Além disso, a banda tem buscado se aprofundar mais nas raízes. O disco teve muitas influências originais, bem reggae mesmo.

E as parcerias na composição do disco?
No novo disco, nós contamos com algumas participações, o que veio em uma hora bem especial, levando em conta a dificuldade que enfrentamos ao gravar e lançar um CD autoral. Ficamos muito felizes em poder contar com essas participações para fortalecer nosso disco, com certeza elas deram muita força para o Planta e Raiz e engrandeceram muito a banda. Foi massa a galera ter vindo aqui no estúdio, que é na garagem da minha casa.

Planta e Raiz em Bauru

Como foi a gravação?
O disco foi gravado de forma independente. Fomos ganhando uma experiência com a gravação em estúdios grandes, com o Rick Bonadio, no Midas. Durante esses anos todos, eu fui pegando experiência na parte técnica de gravação, masterização, mixagem, e captação de som. Eu tenho um estúdio desde que começamos a banda, onde acontecem os ensaios desde 1998.



Qual a diferença entre trabalhar com gravadora e de forma independente na produção de um álbum?
Eu valorizo muito o fato de o Planta e Raiz ter trabalhado com o Rick Bonadio, nós aprendemos bastante. Admiro muito e sou fã dele e de sua equipe até hoje, o Midas é uma mega produtora. A diferença é que agora nós conseguimos andar com as próprias pernas e conseguimos produzir a nossa própria música, nosso próprio disco. Acabamos transferindo uma energia muito maior pelo envolvimento mais intenso da banda com a produção do disco. 

É importante levar em conta também o fato de trabalharmos em um estúdio que frequentamos há anos, onde nós já nos sentimos em casa. Existem aqueles momentos em que queremos dar uma parada. Em estúdio próprio, é possível fazer isso. Já em estúdio grande, é mais complicado, porque existem funcionários trabalhando ali, então temos que seguir certos horários.

Independente, temos mais liberdade, conseguimos trabalhar mais à vontade. Na gravação do último disco, tiveram dias em que decidimos não gravar, e outros em que ficamos até de madrugada. Nos sentimos mais à vontade, e isso transfere para o disco também. Se fôssemos gravar em outro estúdio, teríamos que pagar a hora, e acaba tendo uma pressão natural.

Planta e Raiz em Bauru
E as dificuldades?
Existem dificuldades por causa dos equipamentos, que são muito caros. Nós temos alguns equipamentos, mas precisaríamos de muito mais para ficar igual aos estúdios grandes. Mas, por outro lado, existem coisas que compensam. É possível fazer de outra forma, não existe regra. Você pode fazer com um equipamento de cem mil dólares, mas você pode fazer também com uma placa de 500 reais a gravação. É possível que saia diferente, mas não podemos falar o que é melhor ou pior, não é?!

No disco “Planta Adubada” vocês regravaram músicas da banda com uma levada mais instrumental que se diferenciou dos outros discos. De que forma aconteceu essa gravação?
O “Planta Adubada” nós gravamos em um clima bem descontraído também, na casa do Buguinha, produtor desse disco. A gravação foi muito legal! Cada um ficou em um lugar. Eu e o Kuyo, baterista da banda, ficamos na sala; o Juliano ficou na cozinha com a percussão; os caras do metal ficaram lá fora com os microfones; e o Zeider também ficou lá fora, em outro cantinho. Foi muito legal, cada um em um canto fazendo seu som. Depois, foi feita uma arte do Dub que ficou animal.

Fizemos 250 cópias em vinil do disco com essa nova roupagem das músicas e já vendemos tudo!

Durante esses 15 anos de estrada, qual foi o maior aprendizado?
O maior aprendizado foi conviver com as pessoas, saber ouvir e se expressar. Isso a gente aprende a cada dia. A convivência de uma banda é muito legal, a gente acaba vivendo até mais entre os brothers do que com a família mesmo. Torna-se outra família.

Vocês estão fazendo campanha nas redes sociais para o pessoal votar “Planta e Raiz” no Prêmio Multishow. Qual é o reconhecimento do reggae na mídia?
O reggae sempre teve seu espaço, mas poderia ter um pouco mais. No nosso caso, estamos fazendo campanha para a galera votar no Prêmio Multishow, mas o nosso nome não aparece nem entre os destaques das bandas. Eu acho, portanto, que o reggae poderia ter um pouco mais de visibilidade na mídia. Mas nós vamos lutando, e o importanto é unir as bandas, para elas não desistirem e continuarem na ativa. É comum vermos músicos desistirem no meio da estrada e pararem de tocar.

O Planta e Raiz sempre foi guerreiro durante esses 15 anos. Claro, ainda é necessário fortalecer o reggae no país, existirem mais bandas e tudo mais, para poder ter mais acesso à mídia. Ao mesmo tempo, acredito que o reggae não precisa disso. O reggae sempre esteve envolvido com as pessoas que gostam de boa música, que vão atrás e que, uma hora ou outra, acabam conhecendo.

Planta e Raiz em Bauru
Foi sancionada, no dia 14 de maio, uma lei que instituiu o Dia Nacional do Reggae no Brasil, em homenagem a Bob Marley. Qual a sua opinião sobre isso?
Eu acho legal o Dia Nacional do Reggae, é bacana. Mas eu me preocupo mais com a situação do nosso país. Não estou muito preocupado com o “dia disso, dia daquilo”. As escolas deveriam ter mais infraestrutura e o dinheiro deveria sem melhor aplicado. Ao invés de os políticos prometerem mais hospitais e mais escolas, eles deveriam arrumar os que já existem. 

Enfim, eu me preocupo com outras coisas em relação a leis e decisões governamentais. Acredito que o país só vai mudar se a “parada” realmente for séria. O dia do reggae é todo dia, quando o cara acorda cedo e vai trabalhar, volta no fim do dia e ainda tem que se preocupar com a família e tudo mais. Para mim, reggae é isso, o dia-a-dia do trabalhador do gueto.

Como foi o show do grupo na cidade de Bauru, realizado dia 17 de maio?
Eu gostei bastante da galera de Bauru, fiquei bem feliz com o show. Conhecemos algumas pessoas em Bauru nesse último período, que agitaram esse show. Fiquei muito feliz com o movimento da galera para levar a banda à cidade. Gostei demais e quero voltar mais vezes. Acho que ainda temos muito show para fazer em Bauru.

E que som você indica para a galera ouvir?
Eu curto bastante Ziggy Marley e Damian Marley. A família Marley é bem legal de conhecer. Mas eu acho que Bob Marley é, realmente, o rei do reggae. Todas as pessoas que querem tocar em uma banda devem conhecer e ouvir muito o Bob para se aprofundar nele musicalmente. Em minha opinião, é claro. Além disso, indico Diana, SOJA, os brasileiros do Ponto de Equilíbrio... Ainda acho que tem muita coisa boa surgindo por aí.

Para finalizar, você quer deixar um recado para o pessoal que ler a entrevista?
Quero dar um abraço na galera de Bauru e região, e dizer que gosto muito do interior de Sampa. Queremos voltar mais vezes para tocar e curtir um pouquinho aí, porque é muito bom. Quando fomos para Bauru tocar, estava maior chuva aqui em São Paulo, e aí, maior sol. Então, foi um grande prazer! (risos). 

Planta e Raiz em Bauru

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Entrevista com Eric Silver



(Foto: Cesar Ovalle)
Eric Silver é um grande músico americano, que iniciou sua carreira em Nashville, conquistando a todos com seu abrangente talento no campo cultural. Desde o ano de 2007, Eric é o compositor norte-americano mais gravado no Brasil, com mais de sessenta músicas gravadas por artistas brasileiros, como as bandas CPM22, Titãs e NX Zero. 

Em entrevista ao Entre Bandas, Eric Silver conta sobre seus projetos, como se deu seu contato com o Brasil, sua parceria com o grupo paulistano NX Zero, além de estabelecer uma relação entre a música brasileira e a norte-americana. Confira:

Entre Bandas: Quando surgiu seu interesse pela música e como você ingressou nessa área?
Eric Silver: Comecei a tocar aos sete ou oito anos de idade. Meus pais são músicos também e sempre me encorajaram a tocar. Aos treze anos, comecei a trabalhar em uma loja de instrumentos musicais e, desde então, já tentava aprender a tocar, com uns instrumentos que eu pegava emprestado na loja. Tocava, inclusive, com bandas locais da minha cidade, prática que se iniciou mais ou menos nesse período.

Entre Bandas: Além de compor, produzir e cantar, você toca violão, guitarra, violino e piano. Com qual desses instrumentos você se identifica mais? Tem, ainda, algum outro instrumento que esqueci de citar?
Eric Silver: Sim, além desses instrumentos que você mencionou, toco também bandolim, baixo e banjo. Dentre eles, talvez eu toque melhor o violão. Mas, na verdade, gosto muito de tocar piano por conta da riqueza do som. 

Entre Bandas: Você já participou de CDs de diversos artistas, auxiliando na produção e composição de canções. De que forma isso teve influência na sua música e em sua “bagagem” cultural?
Eric Silver: Bom, eu acho que é impossível separar as suas influências musicais se você está compondo ou produzindo. Em outras palavras, o seu estilo é seu. Claro, cada estilo tem sons específicos, não é comum usar um banjo em uma canção de rock, por exemplo. Mas, hoje em dia, não é tão raro ouvir estilos bem misturados. Eu sempre gosto de ultrapassar os limites. Após comprar um surdo, eu imediatamente usei em uma canção country. 

(Foto: Cesar Ovalle)
Entre Bandas: Qual desses projetos ficou mais marcado para você? Existe algum que tenha sido mais especial?
Eric Silver: Claro que é muito especial para mim lançar o meu primeiro projeto como artista. Isso foi um sonho para mim. Quis isso a minha vida toda, e eu quase desisti da ideia.
Além disso, eu tive muita sorte de ter uma música no CD das Dixie Chicks que chegou à primeira posição no Billboard e vendeu mais de 10 milhões de discos. Eu também tenho muito orgulho de ter produzido uma artista canadense que se chama Michelle Wright. Ela ganhou o prêmio de Artista do Ano no Canadá, concorrendo com Shania Twain.

Entre Bandas: Como você teve o primeiro contato com o Brasil e com a música brasileira?
Eric Silver: Muitos anos atrás, Almir Sater veio para Nashville, onde eu moro, para gravar um CD. O produtor me convidou para tocar naquele projeto. Almir me chamou, então, para ir ao Brasil com a minha banda e tocar em uns festivais com ele. Eu amei a experiência e, a partir de então, passei a ter um carinho muito grande pelo Brasil.

Entre Bandas: Qual a diferença, para você, entre a música brasileira e a norte-americana?
Eric Silver: É difícil falar especificamente sobre o que é diferente nas músicas. Algumas vezes isso é bem evidente e, em outras vezes, mais sutil. Depende de qual tipo de musica você quer discutir. Jazz, samba, rock, country etc. Eu acho que a música popular no Brasil pode ser um pouco mais complicada em ritmos e melodias do que nos EUA. As músicas nas rádios norte-americanas são tipicamente mais simples. O sertanejo é muito diferente do country americano, mas geralmente rock é rock, rap é rap e dance é dance.

Entre Bandas: O single “When You’re Here” teve a participação do cantor Di Ferrero, da banda NX Zero, e você também participou de canções do grupo e até do show em que o DVD foi gravado. Você já conhecia a banda antes de trabalhar com ela? E como foi essa experiência?
Eric Silver: Eu gravei com eles em dois CD’s antes de conhecê-los pessoalmente. Na minha indústria, eu trabalho com artistas diferentes todos os dias e eu fiz esse tipo de trabalho durante toda a minha vida. Mas, com esses caras, foi diferente, pois acabamos nos tornamos bons amigos. Eu adoro trabalhar com o NX Zero, eles me tratam como se eu fosse um sexto membro da banda. Nos falamos muito, mesmo quando estou nos EUA.

Show 10 anos de NX Zero, com participação de Eric Silver

Entre Bandas: Dentre essas canções, tem o single “Cedo ou Tarde”, que fez grande
sucesso. O que você achou da parceria nessa música? Imaginou que ela faria tamanho sucesso?
Eric Silver: Eu lembro ter sentindo alguma coisa especial quando gravei essa música e me dediquei bastante a ela. Mas, como moro nos EUA, não pude ouvi-la nas rádios. Então, era difícil eu saber o quanto cada música fazia sucesso. Pude descobrir através dos meus amigos.

Entre Bandas: Qual a definição que você dá para seu álbum “When You’re Here”?
Eric Silver: Em “When You’re Here”, você ouvirá, basicamente, capítulos da minha vida, sons que marcaram minha trajetória e muitas partes da minha história transformadas em música.

Entre Bandas: O que não pode faltar na playlist do seu Ipod?
Eric Silver: Na verdade, eu costumo me viciar em um CD de cada vez, e fico escutando o mesmo por muito tempo. Às vezes eu não escuto nada, por conta do cansaço que dá em meus ouvidos depois de acabar um trabalho de horas no estúdio. Porém, tem uns álbuns mais clássicos que eu nunca canso de escutar. Gosto bastante de ouvir as canções de Peter Gabriel, James Taylor, Sly Stone e, para me calmar, ouço Imogen Heap, uma artista de muito talento.

Entre Bandas: Já tem planos para o segundo semestre de 2012?
Eric Silver: Eu pretendo fazer mais produções aqui nos EUA e no Brasil. Confesso que estou muito empolgado para fazer mais shows Brasil! Se você quiser um na sua cidade, peça que nós tocaremos lá!

Entre Bandas: Eric, obrigada pela entrevista. Foi um prazer ter sua participação aqui no Entre Bandas. Tem algum recado que você queira deixar ao pessoal?
Eric Silver: Gostaria de dizer que amo ir ao Brasil e ficar com o pessoal daí. Eu aprecio muito todo o apoio e carinho dos meus amigos brasileiros!


Camila Pasin